Roland Deschain, O Alquimista, o mundo que andou pra frente, no retrato vivido de que nada tem retorno, que mesmo se querendo por força retornar, deverá ser no sentido único
Voga que o tempo é de mão única. Para, observa o relógio. Já viste o ponteiro andar aos avessos?
Quem tentou congelou... A esposa de Ló, em uma simples menção de olhar o que passou, se tornou em estatua de sal!!! Orfeu também olhou para trás, e como pena de seu desagravo perdeu o amor de sua vida.
E você meu simples amigo, ainda queres olhar para trás, de tudo que fizeste dantes, e chorar lamurias e infortúnios, arrependimentos mil???
Pois eu lhes digo que isso tudo é passado, pois certamente já passou. O que vem agora é o novo, o por vir.
Os erros cometidos não se repetem, para não se ter nova carga
A assertividade e válida e consolidada
Mas até a Felicidade tem Validade, aproveite o tempo, carpedie
A mocidade é um fio, mais não é porque perdestes o viço que perdeste a chama!!!
Chama pelo nome que ela lhe vem. Pois ela é tua, e tens o nome que quiseres colocar nela
Chama-a de sorte!!! Chama-a de centelha!!!
O Pai te deu, te prometeu, assim como Prometeu que seguiu adiante radiante a dar esse presente ao homem
A saúde, ela se vai... Mais finca essa fé que ela dá um giro e volta pra ti... Caso não, te findas...
Para, observa, que tudo é um círculo...
O camarada que faz uma jornada ele dá um giro no mapa e retorna ao princípio de antes
Talvez não em uma vida só, mais ah... Ele volta isso certeza!!!
Volta para o acerto final
Volta porque esqueceu de algo
Volta pelo afeto do que deixou
Mais também é certo que não volta pelo mesmo caminho
E também não volta o mesmo
Volta Rei!!!
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